A nossa história começou cedo demais para sabermos que estava a começar uma história. Foi no colégio, no 11.º ano, numa altura em que Abril ainda era só um mês no calendário, até deixar de ser.
A música entrou quase ao mesmo tempo. Aproximou-nos, ligou conversas e criou silêncios confortáveis. Descobrimos rapidamente que quase sempre ouvíamos o mesmo… e que, mesmo quando não ouvíamos, também não havia problema. Taylor Swift e punk rock não costumam andar de mãos dadas, mas nós aprendemos cedo que o truque está em saber harmonizar.
Quando nos estávamos a conhecer, decidimos complicar de forma simples: adotamos a “lemon law”. Inspirados por uma série de comédia (porque o humor sempre foi essencial na nossa relação), combinámos que tínhamos de dizer exatamente o que estávamos a achar um do outro, sem rodeios. Era quase uma brincadeira, mas foi ali que a nossa comunicação se tornou direta, honesta e, surpreendentemente, fácil. Às vezes pode ser azeda, mas quase sempre é refrescante.
Somos diferentes, isso ficou claro desde cedo. E talvez por isso a nossa bolacha favorita diga tanto sobre nós. Tal como os húngaros, somos duas partes distintas: uma mais calma, ponderada e serena; outra mais dinâmica, despachada e impaciente. Sabores diferentes, funções diferentes, mas que só juntos é que fazem sentido. Até fisicamente a metáfora funciona, mas isso é só um bónus.
Entre viagens e o (f.c.)Porto, entre aeroportos e o estádio, percebemos que partilhamos paixões que nos fazem perder a noção do tempo. Seja com um cachecol ao pescoço ou de mochila às costas, há momentos em que nada mais interessa e isso, para nós, é felicidade.
Gostamos de ver o pôr do sol. Talvez porque nos lembra que mesmo nos dias menos bons, o dia acaba sempre. E porque, no fim, temos sempre um ao outro. Somos o pôr do sol um do outro: o lugar seguro onde tudo abranda.
E se tudo isto começou fora de casa, acabou por ser sempre casa, porque foi juntos que aprendemos a descansar, a parar e a estar. A nossa relação que sempre foi esse lugar seguro agora vai ganhar uma morada, um espaço físico e uma vida partilhada todos os dias.
Como posso confirmar a minha presença?
Se recebeste o convite, este é o teu momento de dizeres “sim”. E pedimos que o faças até dia 30 de abril, para podermos começar a contar os dias (e as cadeiras) contigo.
Para isso, criámos um formulário super simples (prometemos que não é um exame de mecânica do professor Gui). É rápido e é uma grande ajuda na organização do nosso dia.
Onde e quando vai ser o casamento?
A cerimónia começa na Igreja Velha de Aldoar, às 15:30 e só a Kika é que pode chegar atrasada! Depois, seguimos todos para a Casa dos Arcos, na Boavista, para a grande festa. Marquem no calendário: 11 de julho!
Como chegar?
A nossa sugestão é irem de uber, para poderem aproveitar a festa ao máximo. A Igreja e a Casa dos Arcos ficam muito perto uma da outra, apenas oito minutos a pé. Se preferirem ir de carro, há estacionamento público junto à Casa dos Arcos onde podem deixar o vosso carro.
O que posso oferecer?
O melhor presente que nos podem dar é estarem presentes. Mas, como sabemos que muita gente gosta de contribuir com alguma coisa, e como temos toda uma casa para mobilar e algumas obras para fazer, decidimos criar uma lista de presentes no El Corte Inglés (COLOCAR LINK).
Se preferirem, também podem contribuir diretamente, fazendo uma transferência para o nosso IBAN: PT50 3560 0001 9001 8177 2515 4.
Qual é o dress code?
Não temos dress code! O nosso único pedido é que se sintam bem e aproveitem para se vestir da forma que mais gostam. Para as cores, só pedimos algumas pequenas exceções: nada de branco porque a noiva tem de ser a única especial, nada de preto porque queremos festa animada e nada de vermelho por razões puramente clubísticas. Já o azul é muito bem vindo!
Para os homens é simples, fato e gravata. Para as mulheres a escolha é totalmente livre, é a vossa hora de brilhar e explorar o que vos faz sentir incríveis.